Visitamos na manhã desta quinta-feira (1º) os arredores onde funcionava o Engenho Sapucagi. Pelo menos onze palmeiras já estão no chão. O tempo e a falta de cuidados foram os responsáveis pela destruição.

Sem legislação municipal que garanta a preservação do patrimônio histórico para os escadenses, todos os espaços que reúnem parte da nossa memória estão condenados ao esquecimento e à destruição.

Aqui podemos citar vários exemplos: Casa Grande dos FONSECA, Engenho Jundiá, Usina Massauassu, Casa de Dona Biu Romeira, e agora as palmeiras de Sapucagi. Onde será o próximo? A única referência de recuperação nos últimos anos é Limoeiro Velho, que passou a ser visitado com entusiasmo e reconhecimento de beleza pelos visitantes.

O que se propõe aqui não é a visão romântica de simplesmente preservar o que é passado; mas de utilizar estes patrimônios para gerar renda, incentivar o turismo, recontar nossas tradições e firmar nossa identidade.

Ou aprovamos uma legislação de preservação de patrimônio ou perderemos o pouco que ainda nos resta de memória.

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